O problema que ninguém quer admitir
Os números não mentem: milhares de portugueses ainda caem na armadilha dos jogos de azar, e a maioria nem percebe o grau de destruição que isso gera. Olha, o vício não escolhe classe social, idade ou profissão; ele ataca onde menos se espera, e o cenário atual está longe de ser um caso isolado.
Como o acesso facilitado alimenta a crise
Hoje, apostar está a um clique de distância, seja no telemóvel ou na televisão. A publicidade, disfarçada de entretenimento, cria uma ilusão de controle que se transforma em dependência. A gente pensa que é só diversão, mas a realidade é outra: perdas acumuladas, dívidas que crescem em silêncio, relacionamentos que se deterioram.